Vendas pela internet crescem 27% no primeiro semestre
TATIANA RESENDE da Folha Online
As compras feitas pela internet no primeiro semestre deste ano totalizaram R$ 4,8 bilhões, 27% acima do registrado no mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico. O tiquete médio subiu 5%, para R$ 323.
De acordo com os dados divulgados hoje pela empresa, 15,2 milhões de consumidores brasileiros já fizeram pelo menos uma compra pela internet, com crescimento de 32% nesse mesmo comparativo.
Os livros, revistas e jornais lideram as compras virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos, e informática. Com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos passaram a ocupar a quarta posição no ranking, com participação de 9% nas vendas pela internet.
Para todo o ano, a previsão é movimentar R$ 10,5 bilhões, valor 28% superior ao de 2008. A estimativa inicial era que esse crescimento ficasse entre 20% e 25%.
No final de 2009, a projeção da e-bit é que 17 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet.
Fonte: Folha Online

Dia dos Namorados: e-commerce brasileiro faturou R$ 393 milhões
Por Redação do IDG Now!
No período entre 29 de maio e 12 de junho, gasto médio no comércio eletrônico foi de R$ 330. Livros foram os mais procurados.
No período dos Dia do Namorados, o comércio eletrônico faturou 393 milhões de reais, 21% a mais que os 324 milhões de reais registrados em 2008, informou a consultoria e-bit nesta quarta-feira (17/06).
O gasto médio com as compras na internet também aumentou, de 320 reais em 2008 para 330 reais em 2009.
As categorias preferidas para presentear no Dia dos Namorados foram Livros, com 17% das compras, Saúde e Beleza, com 14% e Eletrodomésticos, com 12%.
A consultoria analisou o movimento do e-commerce entre os dias 29 de maio e 12 de junho.

Comércio Eletrônico deve dobrar em cinco anos, afirma o Presidente-executivo do eBay
Redação Portal IMPRENSA
John Donahoe, presidente-executivo do eBay, afirmou na última quinta-feira (11), que o comércio eletrônico deve dobrar nos próximos cinco anos, e que seu ritmo de crescimento será duas a três vezes superior que o do varejo comum.
Em entrevista ao Reuters Global Retail Summit, Donahoe declarou que está “cautelosamente otimista” sobre a economia e os gastos do consumidor, apesar do ambiente econômico incerto.
“O nosso foco, francamente, com uma empresa do nosso tamanho e escala, não pode estar em movimentos de mercado de curto prazo. O que precisamos é aproveitar bem a situação e garantir que ganhemos participação”, disse ele sobre o eBay.
Segundo o executivo, um novo foco para o site de leilões seria o mercado secundário, no qual a companhia poderia lucrar com a venda de grandes volumes de mercadorias novas, mas fora de temporada, informou a Reuters.
“Todo mundo está em busca de maneiras de ampliar as vendas agora. Não temos de oferecer incentivos, todos estão em busca de canais alternativos de distribuição”, declarou.

Pequenas empresas aproveitam a boa fase do comércio eletrônico para investir em lojas virtuais
Pequenas empresas aproveitam a boa fase do comércio eletrônico para investir em lojas virtuais
Alheio a crise econômica mundial, o comércio eletrônico brasileiro fechou a ano de 2008 com um balanço positivo, apresentando um crescimento de 30%, segundo dados do portal e-bit. Para Pedro Guasti, diretor do portal e responsável pelo relatório, o consumidor passou a escolher a opção mais inteligente para as compras. “A internet é um meio que oferece diversos tipos de informação para os usuários, que acabam se sentindo mais seguros”.
Com o crescimento do comércio eletrônico em alta, as micros e pequenas empresas estão buscando se informar sobre o segmento das lojas virtuais. “Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.
A citação de Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, segundo o site InfoMoney, tem como objetivo promover eventos que abordem os aspectos importantes do e-commerce para os micro e pequenos empresários que tenham interesse em entrar no segmento e desconheçam a ferramenta. “Acreditamos ser importante levar conhecimento a eles de forma prática”, acrescenta.
O projeto é de iniciativa da ACSP em parceria com a Camara-e.net. De acordo com os dados a Camera-e net estima-se que até 2010 as empresas consideradas de pequeno porte representam 30% das lojas virtuais movimentando cerca de R$15,4 bilhões.
Para Turchi, a iniciativa propõe as empresas uma oportunidade para adaptação as novas tecnologias. Além disso, as pessoas pensam, por desconhecerem, que o investimento para ter uma loja virtual é altíssimo “Existem muitos recursos que barateiam o investimento em uma loja virtual. Por exemplo, há ferramentas que trazem modelos de lojas prontos. Outros trazem sistemas de pagamento e de logística pré-formatados”.
Segundo Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, é importante que os lojistas que tenham interesse em montar uma loja virtual se conscientizem que esse é o momento certo. Procurar empresas conhecidas, pesquisar preços e analisar as diferenças que são oferecidas em prestação de serviços é de extrema importância para quem quer entrar no ramo do comércio eletrônico. “Uma empresa que possui uma consultoria que possa auxiliar no uso da ferramenta é importante para ajudar a otimizar as vendas em uma loja virtual, além disso, é importante que o lojista vá se preparando agora para atender as demandas das grandes datas comercias estão por vir., conclui.”

Web é principal fonte de informações sobre produtos financeiros
São Paulo - Segundo pesquisa encomendada pelo Google Brasil, 54% do tempo usado para pesquisar tarifas de serviços foi gasto na web.
A internet já é a principal fonte de informação para quem quer saber mais sobre produtos financeiros. De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Google Brasil, 54% do tempo empregado na pesquisa por produtos financeiros foi gasto na web. As principais fontes de informações são os sites de bancos, seguidas por mecanismos de buscas e sites de cartões de crédito.
Segundo o estudo, as principais informações buscadas foram as tarifas cobradas por instituições financeiras em quatro grandes segmentos: bancos, operadoras de cartão de crédito, seguradoras (de saúde, automóveis, etc.) e corretoras de investimentos.
No caso dos bancos, as grandes instituições demonstraram seu peso: aproximadamente 50% das visitas a sites de bancos foram feitos com o internauta digitando o endereço do site diretamente no navegador.
Para os outros segmentos financeiros, porém, as buscas têm um peso maior, pois permitem a comparação preços, explica Andreas Huettner, diretor comercial do Google Brasil. “É cada vez mais importante quanto o banco cobra por uma conta ou por um cartão de crédito. O brasileiro está cada vez mais pesquisando sobre esse assunto e se informando mais”, disse.
Mídia
Segundo o executivo, as instituições financeiras ainda ignoram o potencial de anunciar no meio online. Apesar de 54% do tempo com a pesquisa sobre informações de produtos financeiros ser gasto na rede, menos de 5% da verba de mídia gasta pelas empresas do setor é destinada à mídia online.
Nos EUA, as empresas financeiras gastam 11 bilhões de dólares por ano e 18,18% desse valor - o equivalente a 2 bilhões de dólares - é gasto na web, segundo Jon Kaplan, diretor de serviços financeiros do Google.
A pesquisa revelou que, ao fazer uma pesquisa sobre instituição financeira, 76% dos respondentes prestaram atenção aos banners e 70% aos links patrocinados. De acordo com Andreas Huetnner, “os internautas esperam uma presença maior das empresas do setor financeiro dos dois lados - institucionalmente e como anunciantes”.
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